Antigo Testamento · 52 capítulos
Resumo de Jeremias, capítulo por capítulo
Jeremias, o profeta chorão, anuncia o juízo iminente sobre Judá por sua idolatria e infidelidade, testemunha a queda de Jerusalém e proclama a promessa de uma nova aliança escrita no coração.
Ouça os resumos, ajuste a letra ou leia em modo noturno
Jeremias 1
Jeremias é chamado por Deus ainda jovem para ser profeta às nações, e o Senhor promete estar com ele e lhe mostra visões da amendoeira e da panela fervente.
Jeremias 2
Deus lembra o amor inicial de Israel e acusa o povo de abandoná-lo por deuses vazios, comparando a infidelidade a uma fonte de água viva trocada por cisternas rachadas.
Jeremias 3
O Senhor convida Israel, comparado a uma esposa infiel, a se arrepender e voltar, prometendo restauração se o povo reconhecer sua culpa.
Jeremias 4
Jeremias exorta a circuncisão do coração e anuncia a invasão vinda do norte como juízo sobre a apostasia de Judá.
Jeremias 5
O profeta busca em Jerusalém alguém justo, mas encontra corrupção geral, e anuncia que a nação será destruída por sua infidelidade.
Jeremias 6
Deus ordena o cerco de Jerusalém e denuncia falsos profetas e sacerdotes que dizem 'paz, paz' quando não há paz.
Jeremias 7
No templo, Jeremias adverte que a religiosidade sem obediência não salvará o povo, citando Siló como exemplo de juízo passado.
Jeremias 8
O profeta lamenta a obstinação do povo em não se arrepender, mesmo diante do julgamento iminente, e chora pela ferida de seu povo.
Jeremias 9
Jeremias deseja chorar sem cessar pelos mortos e denuncia o engano generalizado, convidando a gloriar-se apenas em conhecer o Senhor.
Jeremias 10
O profeta contrasta os ídolos inúteis com o Deus vivo, Criador de tudo, e ora pedindo correção com justiça.
Jeremias 11
Deus revela a Jeremias a aliança quebrada por Judá e uma conspiração contra sua vida em Anatote.
Jeremias 12
Jeremias questiona por que os ímpios prosperam, e Deus responde que provações maiores ainda virão.
Jeremias 13
Uma parábola do cinto apodrecido ilustra a corrupção de Judá, e o profeta adverte sobre o orgulho antes da queda no exílio.
Jeremias 14
Durante uma grande seca, Jeremias intercede pelo povo, mas Deus proíbe que ele ore por eles, anunciando espada, fome e peste.
Jeremias 15
Jeremias apela à misericórdia de Deus apesar dos pecados do povo, e o Senhor confirma o juízo, ainda que reconheça a angústia do profeta.
Jeremias 16
Deus proíbe Jeremias de casar-se ou participar de festas, sinal do luto que virá sobre a terra, mas promete um retorno futuro do exílio.
Jeremias 17
O coração enganoso do homem é exposto, e Jeremias prega a observância do sábado como condição para a paz de Jerusalém.
Jeremias 18
Na casa do oleiro, Jeremias vê como Deus molda as nações conforme seu comportamento, e o povo planeja matá-lo por sua mensagem.
Jeremias 19
Jeremias quebra um vaso de barro diante dos anciãos como sinal da destruição irreversível de Jerusalém por sua idolatria.
Jeremias 20
Pasur açoita Jeremias e o coloca no tronco; o profeta lamenta seu sofrimento por proclamar a palavra de Deus, mas não pode calar-se.
Jeremias 21
O rei Zedequias pede a Jeremias que interceda, mas o profeta anuncia que Deus lutará contra Jerusalém e entregará a cidade aos babilônios.
Jeremias 22
Jeremias exorta a casa real a praticar justiça e denuncia os reis Salum, Jeoaquim e Conias por sua maldade.
Jeremias 23
Deus promete um Rebento justo de Davi que reinará com sabedoria, e condena os falsos profetas e pastores infiéis.
Jeremias 24
A visão dos dois cestos de figos representa os exilados, que serão restaurados, e os que ficaram, que serão destruídos.
Jeremias 25
Jeremias anuncia setenta anos de domínio babilônico como castigo, seguidos de juízo sobre a própria Babilônia e as nações.
Jeremias 26
No templo, Jeremias é ameaçado de morte por profetizar a destruição da casa do Senhor, mas é defendido por anciãos que citam Miqueias.
Jeremias 27
Jeremias usa canga de madeira para simbolizar a submissão a Babilônia e adverte contra alianças com nações vizinhas.
Jeremias 28
O falso profeta Hananias quebra a canga simbólica, mas Jeremias anuncia que ele morrerá naquele ano por profetizar mentira, o que se cumpre.
Jeremias 29
Jeremias escreve carta aos exilados na Babilônia, instruindo-os a buscar o bem-estar da cidade e aguardar setenta anos até o retorno.
Jeremias 30
Deus promete restaurar Judá e Israel do cativeiro, revertendo a angústia em alegria e reconstruindo o que foi destruído.
Jeremias 31
É prometida uma nova aliança escrita no coração do povo, diferente da antiga, com perdão pleno dos pecados.
Jeremias 32
Jeremias, preso, compra um campo em Anatote como sinal profético de que haverá restauração futura da terra.
Jeremias 33
Deus promete curar Jerusalém, trazer prosperidade e restaurar a aliança davídica e sacerdotal para sempre.
Jeremias 34
Zedequias liberta os escravos hebreus por pressão, mas o povo os reescraviza, provocando severa condenação divina.
Jeremias 35
Os recabitas são apresentados como exemplo de fidelidade à tradição paterna, contrastando com a desobediência de Judá a Deus.
Jeremias 36
O rei Jeoaquim queima o rolo com as profecias de Jeremias, e o profeta o reescreve com um julgamento ainda mais severo contra o rei.
Jeremias 37
Jeremias é preso sob acusação de deserção ao tentar sair de Jerusalém durante o cerco babilônico.
Jeremias 38
Jeremias é lançado numa cisterna lamacenta por seus opositores, resgatado por Ebede-Meleque, e Zedequias o consulta secretamente sobre o destino da cidade.
Jeremias 39
Jerusalém cai diante dos babilônios, Zedequias é capturado, seus filhos são mortos diante dele e é cegado, e a cidade e o templo são destruídos.
Jeremias 40
Jeremias recebe tratamento favorável dos babilônios e permanece na terra com o remanescente sob o governador Gedalias.
Jeremias 41
Gedalias é assassinado por Ismael, gerando temor e a decisão do povo remanescente de fugir para o Egito.
Jeremias 42
O povo pede orientação a Jeremias, que anuncia que Deus quer que permaneçam na terra, não que fujam para o Egito.
Jeremias 43
Ignorando o aviso, o remanescente foge para o Egito levando Jeremias à força, temendo a vingança babilônica.
Jeremias 44
No Egito, Jeremias condena a idolatria persistente do povo e anuncia castigo também sobre os que ali se refugiaram.
Jeremias 45
Uma breve palavra é dada a Baruque, escriba de Jeremias, assegurando-lhe a vida em meio à destruição geral.
Jeremias 46
Profecias contra o Egito anunciam sua derrota diante da Babilônia e um futuro retorno de Israel do exílio.
Jeremias 47
Profecias contra os filisteus anunciam destruição vinda do norte sobre suas cidades.
Jeremias 48
Profecias contra Moabe descrevem sua devastação e humilhação por seu orgulho e idolatria.
Jeremias 49
Profecias contra Amom, Edom, Damasco, Quedar e Elão anunciam juízo, com promessa de restauração futura para Elão.
Jeremias 50
A longa profecia contra a Babilônia anuncia sua queda definitiva e a libertação de Israel de seu domínio.
Jeremias 51
Continua o oráculo contra a Babilônia, detalhando sua destruição completa como retribuição pelo mal feito a Israel.
Jeremias 52
Um apêndice histórico relata a queda de Jerusalém, o cativeiro de Zedequias, a destruição do templo e a posterior libertação do rei Joaquim na Babilônia.
Tire suas dúvidas sobre Jeremias
Faça perguntas sobre o significado, o contexto histórico ou como aplicar este livro na sua vida.