Antigo Testamento · 48 capítulos

Resumo de Ezequiel, capítulo por capítulo

Ezequiel, profeta no exílio babilônico, recebe visões impressionantes da glória de Deus, anuncia o juízo sobre Jerusalém e as nações e profetiza a restauração futura de Israel e de um novo templo.

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  1. Ezequiel 1

    Ezequiel, exilado junto ao rio Quebar, tem uma visão impressionante da glória de Deus sobre um carro celestial com seres viventes e rodas cheias de olhos.

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  2. Ezequiel 2

    Deus chama Ezequiel para profetizar a Israel, um povo rebelde, e o faz comer um rolo com palavras de lamentação, que se torna doce como mel em sua boca.

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  3. Ezequiel 3

    Deus estabelece Ezequiel como sentinela de Israel, responsável por advertir o povo, e o torna mudo exceto quando fala a palavra do Senhor.

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  4. Ezequiel 4

    Ezequiel deita-se de lado por longos dias, simbolizando os anos de castigo de Israel e Judá, e prepara comida escassa como sinal do cerco vindouro.

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  5. Ezequiel 5

    Ezequiel corta e queima seus cabelos em partes, simbolizando a destruição de Jerusalém por espada, fome e dispersão por causa de sua rebeldia.

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  6. Ezequiel 6

    É anunciada a destruição dos altos idólatras nos montes de Israel, mas um pequeno remanescente será poupado para lembrar-se do Senhor entre as nações.

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  7. Ezequiel 7

    O fim está próximo: Deus anuncia calamidade total sobre a terra de Israel por causa da violência e da idolatria generalizadas.

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  8. Ezequiel 8

    Em visão, Ezequiel é levado a Jerusalém e vê as abominações praticadas no templo, incluindo idolatria secreta dos anciãos.

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  9. Ezequiel 9

    Homens marcados na testa são poupados enquanto anjos executam juízo sobre os idólatras de Jerusalém, começando pelo santuário.

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  10. Ezequiel 10

    A glória do Senhor deixa o templo e se move sobre os querubins, enquanto carvões em brasa são espalhados sobre a cidade em juízo.

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  11. Ezequiel 11

    Deus condena os líderes que planejam maldade em Jerusalém e promete dar ao povo exilado um coração novo e um espírito novo.

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  12. Ezequiel 12

    Ezequiel simboliza o exílio fazendo uma trouxa e cavando um buraco na parede, representando a fuga de Zedequias e do povo.

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  13. Ezequiel 13

    Deus condena os falsos profetas que caiam a parede com cal solta, enganando o povo com visões de paz que não vêm de Deus.

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  14. Ezequiel 14

    Mesmo que Noé, Daniel e Jó estivessem lá, só se salvariam a si mesmos, pois o julgamento sobre Jerusalém é irrevogável.

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  15. Ezequiel 15

    A videira inútil, boa apenas para queimar, ilustra a inutilidade de Jerusalém diante de Deus por sua infidelidade.

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  16. Ezequiel 16

    Jerusalém é comparada a uma criança abandonada que Deus criou e amou, mas que se tornou uma prostituta infiel, merecendo juízo severo.

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  17. Ezequiel 17

    A parábola das duas águias e da videira representa a aliança quebrada de Judá com a Babilônia e a promessa futura de um rebento plantado por Deus.

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  18. Ezequiel 18

    É afirmado o princípio de que cada pessoa responde por seu próprio pecado, e que Deus não tem prazer na morte do ímpio, mas quer que se converta e viva.

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  19. Ezequiel 19

    Uma lamentação sobre os príncipes de Israel os compara a leões capturados e a uma videira arrancada e murcha.

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  20. Ezequiel 20

    Deus relembra a rebeldia histórica de Israel desde o Egito e promete um novo êxodo de julgamento e purificação antes da restauração.

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  21. Ezequiel 21

    Uma espada afiada de juízo é anunciada contra Jerusalém e contra os amonitas, simbolizada pelo próprio Ezequiel gemendo diante do povo.

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  22. Ezequiel 22

    São listados os pecados de Jerusalém, comparada a metal impuro que será fundido no forno da ira de Deus.

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  23. Ezequiel 23

    A parábola de Oolá e Oolibá retrata Samaria e Jerusalém como irmãs infiéis que buscaram alianças idólatras e sofrerão julgamento por isso.

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  24. Ezequiel 24

    No dia em que o cerco de Jerusalém começa, Ezequiel usa a parábola da panela fervente e a morte de sua esposa como sinal do luto sem lamento que virá.

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  25. Ezequiel 25

    São proferidos oráculos contra Amom, Moabe, Edom e os filisteus por sua hostilidade e alegria com a queda de Judá.

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  26. Ezequiel 26

    É pronunciado um lamento sobre Tiro, retratada como um navio magnífico que naufraga por seu orgulho e riqueza.

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  27. Ezequiel 27

    O rei de Tiro é acusado de soberba extrema, comparado a um querubim caído do Éden, anunciando sua queda completa.

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  28. Ezequiel 28

    Um oráculo contra Sidom antecipa julgamento, e é prometida a restauração de Israel entre as nações em segurança.

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  29. Ezequiel 29

    É pronunciado julgamento contra o Faraó do Egito, comparado a um monstro do rio que será capturado e humilhado.

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  30. Ezequiel 30

    O Egito é comparado a uma árvore poderosa e derrubada, semelhante à Assíria, como advertência contra o orgulho.

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  31. Ezequiel 31

    Um lamento fúnebre sobre o Faraó o retrata como um crocodilo capturado em rede, cuja queda causa temor entre as nações.

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  32. Ezequiel 32

    O Egito desce à sepultura para se juntar a outras nações poderosas já derrotadas, como Assíria, Elão e outros impérios caídos.

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  33. Ezequiel 33

    Deus renova o chamado de Ezequiel como sentinela, reafirmando a responsabilidade individual pela justiça e pela conversão.

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  34. Ezequiel 34

    Os maus pastores de Israel são condenados por explorarem o rebanho, e Deus promete ele mesmo pastorear seu povo e levantar um pastor davídico.

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  35. Ezequiel 35

    É anunciado julgamento contra o monte Seir (Edom) por sua hostilidade perpétua contra Israel.

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  36. Ezequiel 36

    Deus promete restaurar os montes de Israel, trazendo o povo de volta à terra e renovando-a para seu próprio nome, não por mérito do povo.

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  37. Ezequiel 37

    A visão do vale de ossos secos simboliza a ressurreição espiritual de Israel, e é anunciada a reunificação de Judá e Israel sob um só rei.

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  38. Ezequiel 38

    Gogue, líder de uma grande coalizão, planeja atacar Israel restaurado, mas Deus promete derrotá-lo dramaticamente para revelar sua glória.

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  39. Ezequiel 39

    A derrota de Gogue é detalhada, com sua sepultura em massa e a purificação da terra, mostrando o poder e a santidade de Deus às nações.

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  40. Ezequiel 40

    Ezequiel é levado em visão a um novo templo magnífico e recebe medidas detalhadas de seus muros e portões externos.

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  41. Ezequiel 41

    São medidos os átrios, câmaras e a fachada do templo, com atenção aos detalhes arquitetônicos do santuário restaurado.

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  42. Ezequiel 42

    A glória do Senhor retorna ao templo pela porta oriental, e Deus promete habitar para sempre entre o povo purificado.

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  43. Ezequiel 43

    São dadas instruções sobre o uso da porta oriental, reservada ao príncipe, e regras de pureza para o serviço no santuário.

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  44. Ezequiel 44

    São estabelecidas as responsabilidades dos sacerdotes levíticos e saduceus no templo, com regras sobre pureza e vestes sacerdotais.

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  45. Ezequiel 45

    São reguladas as ofertas, festas e responsabilidades do príncipe no culto do templo restaurado.

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  46. Ezequiel 46

    É descrita a divisão de terras sagradas para o templo, os sacerdotes, os levitas e o príncipe, com leis sobre pesos e medidas justas.

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  47. Ezequiel 47

    Uma visão mostra um rio que flui do templo, tornando-se cada vez mais profundo e trazendo vida abundante por onde passa.

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  48. Ezequiel 48

    São descritas as fronteiras da terra prometida e a divisão das tribos, incluindo a cidade final chamada 'O Senhor está ali'.

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