Antigo Testamento · 66 capítulos

Resumo de Isaías, capítulo por capítulo

O profeta Isaías anuncia juízo sobre a infidelidade de Judá e a esperança futura do Messias e da restauração.

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  1. Isaías 1

    Deus acusa Judá de rebelião apesar dos sacrifícios religiosos. Ele chama o povo ao arrependimento, prometendo purificação.

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  2. Isaías 2

    Visão do monte do Senhor exaltado, para onde as nações afluirão em paz. Advertência contra o orgulho e a idolatria no dia do Senhor.

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  3. Isaías 3

    Deus anuncia julgamento sobre Jerusalém e Judá por causa da liderança corrupta. As filhas de Sião são repreendidas por sua vaidade.

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  4. Isaías 4

    Promessa de purificação de um remanescente santo em Sião. O renovo do Senhor será glorioso para os sobreviventes.

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  5. Isaías 5

    Parábola da vinha que produziu uvas bravas, representando Judá infiel. Série de ais contra a injustiça e a embriaguez.

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  6. Isaías 6

    Visão gloriosa de Isaías do Senhor no templo, com os serafins clamando 'Santo, santo, santo'. Isaías é purificado e comissionado como profeta.

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  7. Isaías 7

    Diante da ameaça de Judá, Isaías dá o sinal do Emanuel ao rei Acaz. A promessa aponta para o nascimento de um menino que será Deus conosco.

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  8. Isaías 8

    Nascimento simbólico de Maher-Salal-Hás-Baz anunciando a queda de Damasco e Samaria. Advertência para buscar a Deus e não os médiuns.

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  9. Isaías 9

    Profecia da grande luz para os que andam em trevas e do nascimento do Príncipe da Paz. Julgamento pronunciado contra a soberba de Israel.

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  10. Isaías 10

    Ai sobre os que decretam leis injustas e sobre a Assíria, instrumento da ira de Deus. Promessa de que um remanescente de Israel voltará.

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  11. Isaías 11

    Profecia do renovo de Jessé cheio do Espírito do Senhor, que julgará com justiça. Visão da paz messiânica entre os animais e reunião das nações.

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  12. Isaías 12

    Cântico de louvor e ação de graças pela salvação do Senhor. O povo é convidado a proclamar as obras de Deus entre as nações.

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  13. Isaías 13

    Oráculo contra a Babilônia, anunciando o dia do Senhor e sua destruição. A cidade será devastada como Sodoma e Gomorra.

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  14. Isaías 14

    Promessa de restauração de Israel e canção de escárnio contra o rei da Babilônia. Oráculos também contra a Assíria e a Filístia.

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  15. Isaías 15

    Oráculo de lamentação sobre Moabe e a destruição de suas cidades. O choro e a fuga do povo moabita são descritos.

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  16. Isaías 16

    Continuação do oráculo contra Moabe, pedindo refúgio para os fugitivos. Anúncio de que a glória de Moabe será desprezada em breve.

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  17. Isaías 17

    Oráculo contra Damasco e Efraim, que serão diminuídos. O capítulo lembra que o homem deve olhar para seu Criador, não para altares.

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  18. Isaías 18

    Oráculo contra a terra de Cuxe, além dos rios da Etiópia. Anúncio de que uma oferta será trazida ao Senhor do Sião.

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  19. Isaías 19

    Oráculo contra o Egito, descrevendo confusão interna e julgamento divino. Promessa de que egípcios e assírios um dia adorarão ao Senhor com Israel.

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  20. Isaías 20

    Isaías anda descalço e sem manto por três anos como sinal contra o Egito e Cuxe. Isso simboliza a vergonha da confiança nessas nações.

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  21. Isaías 21

    Oráculo sobre o deserto do mar anunciando a queda da Babilônia. Oráculos também contra Edom e a Arábia.

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  22. Isaías 22

    Oráculo sobre o vale da visão, repreendendo a falta de arrependimento de Jerusalém. Repreensão a Sebna e promessa a Eliaquim.

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  23. Isaías 23

    Oráculo contra Tiro e Sidom, anunciando a queda de seu comércio. Após setenta anos, Tiro voltará ao comércio, agora consagrado ao Senhor.

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  24. Isaías 24

    Descrição do juízo universal do Senhor sobre toda a terra. Apesar da desolação, um remanescente louvará a Deus.

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  25. Isaías 25

    Cântico de louvor pela vitória de Deus sobre as nações opressoras. Promessa de um banquete para todos os povos e a destruição da morte.

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  26. Isaías 26

    Cântico de confiança em Judá, celebrando a paz para quem confia no Senhor. Oração pedindo o socorro de Deus em meio à angústia.

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  27. Isaías 27

    Promessa de que o Senhor punirá o Leviatã, símbolo do mal, e cuidará de sua vinha. Israel será restaurado e reunido a Jerusalém.

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  28. Isaías 28

    Ai contra a soberba de Efraim e os líderes bêbados de Jerusalém. Deus põe em Sião uma pedra angular de fundamento seguro.

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  29. Isaías 29

    Ai contra Ariel, Jerusalém, por sua religiosidade vazia. Promessa de que os surdos ouvirão e os cegos verão no futuro.

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  30. Isaías 30

    Repreensão a Judá por buscar aliança com o Egito em vez de confiar no Senhor. Deus espera para ter misericórdia e promete guiar seu povo.

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  31. Isaías 31

    Advertência contra confiar nos cavalos do Egito em vez de no Senhor. Deus defenderá Jerusalém como leão protege sua presa.

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  32. Isaías 32

    Profecia de um rei que reinará com justiça e de um Espírito derramado do alto. Contraste entre a atual complacência e a futura paz.

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  33. Isaías 33

    Ai contra o destruidor e oração por socorro divino. Promessa de que Sião verá o Rei em sua beleza e terá segurança.

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  34. Isaías 34

    Anúncio de julgamento contra todas as nações, especialmente Edom. A terra de Edom se tornará desolação permanente.

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  35. Isaías 35

    Promessa de que o deserto florescerá e os fracos serão fortalecidos. Haverá uma estrada santa por onde os redimidos voltarão a Sião.

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  36. Isaías 36

    O rei Senaqueribe da Assíria envia Rabsaqué para ameaçar Jerusalém e Ezequias. Rabsaqué zomba da confiança do povo no Senhor.

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  37. Isaías 37

    Ezequias busca a Isaías e ora ao Senhor diante da ameaça assíria. O anjo do Senhor destrói o exército assírio e Senaqueribe é morto.

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  38. Isaías 38

    Ezequias adoece gravemente e ora, recebendo quinze anos adicionais de vida. Ele compõe um cântico de gratidão pela cura.

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  39. Isaías 39

    Ezequias mostra seus tesouros a mensageiros da Babilônia. Isaías profetiza que os tesouros e descendentes de Ezequias serão levados para a Babilônia.

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  40. Isaías 40

    Palavras de consolo anunciando o fim do castigo de Judá e a vinda do Senhor. Deus é exaltado como incomparável, que renova as forças dos que esperam nele.

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  41. Isaías 41

    Deus desafia as nações e os ídolos a mostrarem seu poder. Ele reafirma que escolheu Israel como seu servo e não o abandonará.

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  42. Isaías 42

    Apresentação do Servo do Senhor que trará justiça às nações com mansidão. Deus repreende Israel por sua cegueira espiritual.

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  43. Isaías 43

    Deus reafirma que redimiu Israel e o chamou pelo nome. Ele promete fazer novas coisas e apagar os pecados do povo.

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  44. Isaías 44

    Deus promete derramar seu Espírito sobre a descendência de Israel. Zombaria dos ídolos feitos por mãos humanas em contraste com o único Deus.

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  45. Isaías 45

    Deus chama Ciro, rei da Pérsia, para cumprir seus propósitos de libertação. Ele afirma ser o único Deus, Criador de tudo.

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  46. Isaías 46

    Os ídolos da Babilônia, Bel e Nebo, são carregados como fardo, incapazes de salvar. Deus declara que carregará seu povo desde o nascimento até a velhice.

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  47. Isaías 47

    Oráculo de julgamento contra a Babilônia, chamada de virgem que será humilhada. Sua confiança em feitiçarias não a salvará.

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  48. Isaías 48

    Deus repreende a teimosia de Israel, mas reafirma seu plano de redenção pelo seu próprio nome. Ele anuncia a saída da Babilônia com alegria.

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  49. Isaías 49

    O Servo do Senhor é chamado para restaurar Israel e ser luz para as nações. Deus promete que Sião não será esquecida por Ele.

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  50. Isaías 50

    Deus questiona por que Israel foi vendido por seus pecados. O Servo do Senhor descreve seu sofrimento e obediência.

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  51. Isaías 51

    Chamado a lembrar a fidelidade de Deus a Abraão e Sara. Promessa de consolo para Sião e do fim da ira divina.

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  52. Isaías 52

    Anúncio da libertação de Sião e da boa notícia de paz. Início da descrição do Servo sofredor, exaltado apesar da aparência desfigurada.

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  53. Isaías 53

    Profecia detalhada do Servo sofredor que carrega as dores e transgressões do povo. Ele é ferido por nossas iniquidades e leva o pecado de muitos.

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  54. Isaías 54

    Promessa de que a estéril terá mais filhos, representando a restauração de Sião. Deus reafirma seu pacto de paz e misericórdia eterna.

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  55. Isaías 55

    Convite gracioso a todos os sedentos para virem às águas de graça sem custo. Promessa de que a Palavra de Deus não retornará vazia.

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  56. Isaías 56

    Deus promete incluir estrangeiros e eunucos fiéis em seu povo e casa de oração. Repreensão aos líderes negligentes de Israel, chamados de sentinelas cegos.

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  57. Isaías 57

    Repreensão contra a idolatria e infidelidade de Israel. Deus promete habitar com o contrito e humilde de espírito, mas não há paz para os ímpios.

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  58. Isaías 58

    Deus repreende jejuns hipócritas e chama a um jejum verdadeiro de justiça e compaixão. Promessa de bênçãos para quem guarda o sábado com honra.

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  59. Isaías 59

    Os pecados do povo os separaram de Deus, causando injustiça e violência. O Senhor intervém como redentor para Sião.

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  60. Isaías 60

    Anúncio da glória futura de Sião, com nações e reis vindo à sua luz. O Senhor será a luz eterna do seu povo.

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  61. Isaías 61

    O Espírito do Senhor unge o profeta para pregar boas novas aos pobres e liberdade aos cativos. Promessa de vestes de louvor em lugar de espírito angustiado.

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  62. Isaías 62

    Deus promete não descansar até que a justiça de Sião resplandeça. Sião receberá um novo nome e será chamada de desejada.

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  63. Isaías 63

    Descrição do Senhor vindo de Edom com vestes tintas de sangue, exercendo vingança. Lembrança das misericórdias passadas de Deus e oração de arrependimento.

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  64. Isaías 64

    Oração pedindo que Deus rasgue os céus e desça. Reconhecimento de que todos são como trapo imundo diante da justiça de Deus.

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  65. Isaías 65

    Deus responde aos que não o buscaram e promete criar novos céus e nova terra. Haverá alegria eterna sem choro nem lamento em Jerusalém.

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  66. Isaías 66

    Deus afirma que valoriza mais o coração contrito do que o templo físico. O livro termina com a promessa de julgamento final e da glória eterna de Deus entre as nações.

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