Versículos sobre Comunicação
O poder das palavras que falamos.
150 versículos — dos mais fortes aos complementares.
A morte e a vida estão no poder da língua; e aquele que a ama comerá do seu fruto.
Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.
Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.
Na multidão de palavras não falta pecado, mas o que modera os seus lábios é sábio.
Até quando poreis fim às palavras? Considerai bem, e então falaremos.
A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira.
Porventura não terão fim essas palavras de vento? Ou o que te irrita, para assim responderes?
O que guarda a sua boca conserva a sua alma, mas o que abre muito os seus lábios se destrói.
Porque por tuas palavras serás justificado, e por tuas palavras serás condenado.
As palavras suaves são favos de mel, doces para a alma, e saúde para os ossos.
O coração do justo medita no que há de responder, mas a boca dos ímpios jorra coisas más.
Desvia de ti a falsidade da boca, e afasta de ti a perversidade dos lábios.
Há alguns que falam como que espada penetrante, mas a língua dos sábios é saúde.
O hipócrita com a boca destrói o seu próximo, mas os justos se libertam pelo conhecimento.
A língua benigna é árvore de vida, mas a perversidade nela deprime o espírito.
O que anda tagarelando revela o segredo; não te intrometas com o que lisonjeia com os seus lábios.
As palavras do mexeriqueiro são como doces bocados; elas descem ao íntimo do ventre.
O homem se alegra em responder bem, e quão boa é a palavra dita a seu tempo!
E lembraram-se das suas palavras.
O que encobre o ódio tem lábios falsos, e o que divulga má fama é um insensato.
O que guarda a sua boca e a sua língua guarda a sua alma das angústias.
Se alguém tem ouvidos para ouvir, ouça.
Se alguém tem ouvidos para ouvir, ouça.
Para que o manifeste, como me convém falar.
Se alguém tem ouvidos, ouça.
Do fruto da boca cada um comerá o bem, mas a alma dos prevaricadores comerá a violência.
Oh! quão fortes são as palavras da boa razão! Mas que é o que censura a vossa argüição?
Os lábios do justo sabem o que agrada, mas a boca dos perversos, só perversidades.
O que diz a verdade manifesta a justiça, mas a falsa testemunha diz engano.
Os lábios do justo apascentam a muitos, mas os tolos morrem por falta de entendimento.
Guarda a tua língua do mal, e os teus lábios de falarem o engano.
Põe, ó Senhor, uma guarda à minha boca; guarda a porta dos meus lábios.
Com ela bendizemos a Deus e Pai, e com ela amaldiçoamos os homens, feitos à semelhança de Deus.
Argüindo com palavras que de nada servem, e com razões, de que nada aproveita?
A vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal, para que saibais como vos convém responder a cada um.
A língua falsa odeia aos que ela fere, e a boca lisonjeira provoca a ruína.
Mas nenhum homem pode domar a língua. É um mal que não se pode refrear; está cheia de peçonha mortal.
Porque o teu coração também já confessou que muitas vezes tu amaldiçoaste a outros.
Soltas a tua boca para o mal, e a tua língua compõe o engano.
O mexeriqueiro revela o segredo, mas o fiel de espírito o mantém em oculto.
A boca do tolo é a sua própria destruição, e os seus lábios um laço para a sua alma.
O que fala em língua desconhecida edifica-se a si mesmo, mas o que profetiza edifica a igreja.
A falsa testemunha perecerá, porém o homem que dá ouvidos falará sempre.
O que prega a maldade cai no mal, mas o embaixador fiel é saúde.
Não admitirás falso boato, e não porás a tua mão com o ímpio, para seres testemunha falsa.
E falem dois ou três profetas, e os outros julguem.
Abomináveis são para o Senhor os pensamentos do mau, mas as palavras dos puros são aprazíveis.
Estão pasmados, não respondem mais, faltam-lhes as palavras.
Do fruto da boca de cada um se fartará o seu ventre; dos renovos dos seus lábios ficará satisfeito.
Os lábios mentirosos são abomináveis ao Senhor, mas os que agem fielmente são o seu deleite.